Cinco ideias de decoração para fazer no fim de semana

Acredite no final feliz: não há cantinho sem graça ou móvel velho que resista a uma boa dose de criatividade! Como prova disso, reunimos cinco ideias cheias de charme e superfáceis de reproduzir

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Um olhar carinhoso... e tudo se ilumina | <i>Crédito: Luis Gomes/Kit Gaion
Um olhar carinhoso... e tudo se ilumina | Crédito: Luis Gomes/Kit Gaion
ONDE O BÁSICO NÃO TEM VEZ
Cansada das paredes escuras de sua casa pré-fabricada, a publicitária paulista Doris Alberte resolveu presentear algumas delas com revestimentos mais alegres – ainda assim, parte da estrutura de madeira permaneceu exposta. Primeiro, foi necessário cobrir as superfícies com placas de MDF 6 mm a fim de que ficassem lisinhas. Depois, bastou aplicar um fundo de látex PVA branco nas chapas e brincar com tinta acrílica: turquesa na sala de jantar, e cinza no home office. o toque final foi a aplicação de sobras de papel de parede.


O FABULOSO DESTINO DO ARMÁRIO CINZA
Assim que a artesã Ana Matusita, de Campinas, SP, bateu o olho neste móvel num bazar de caridade, soube que bastaria um banho de tinta e um adesivo fofo para fazê-lo renascer. Além de acrescentar uma boa dose de graça à sala, a peça agora guarda CDs e DVDs, exibe objetos decorativos sobre o tampo e serve de adega: “guardo garrafas de vinho embaixo dele. o local é ideal: fresco e escurinho!”.


O CAÇADOR DE RELÍQUIA (QUASE) PERDIDA
Se não fosse a promessa de Peterson Kleim de que o restauraria, o destino certo do armário que está em sua copa seria a fogueira no sítio da família. “Mas aproveitei apenas a estrutura dele. Como as portas estavam velhas demais, mandei confeccionar outras, vazadas, e fechei os vãos com placas finas de MDF revestidas de tecido adesivo”, conta o paulistano. “Quanto à pintura, desenvolvi uma técnica de pátina: primeiro, tingi a madeira de látex PVA azul e, em seguida, apliquei uma camada de cera em pasta. Por cima, passei tinta branca e, com uma espátula, fui raspando para criar o efeito desgastado. A finalização se deu com verniz incolor.” O sistema de fecho-toque dispensou puxadores.


VELHOS E BONS COMPANHEIROS
Para chegar a esta delicada composição, Doris Alberte reuniu itens que já tinha em casa, como sobras de tinta e um quadrinho fora de uso. “Comecei pintando a moldura de rosa e o passe-partout de branco. Para as listras do fundo, misturei várias tonalidades até chegar ao verde desejado”, conta. A inspiração para a paleta veio do papel de parede refletido no centro da tela – sim, a peça oval é um espelho que reflete o revestimento com estampa floral da parede em frente. 


PRONTO PARA OS TEMPOS MODERNOS
Herdado da família do marido, o chapeleiro antigo recepciona todos os que entram na casa de Ana Matusita. Originalmente de madeira escura, a peça permaneceu assim até três anos atrás, quando a moça se cansou do visual sisudo e resolveu, com spray em punho, fazer sozinha a transformação. Só que a empreitada não deu certo. “Tem horas em que é melhor contar com um especialista”, resigna-se. Pintor contratado, o móvel ganhou uma romântica laca cor-de-rosa, e Ana, um sorriso no rosto. O vasinho amarelo, customizado por ela com Con-Tact preto, parece reiterar essa satisfação.

22/01/2017 - 09:00

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